Categoria: Filmes
3 Motivos para Assistir Mamonas Assasinas – O Filme
Trouxemos alguns motivos pelos quais você não deve perder essa chance de assistir Mamonas Assasinas – O Filme nos cinemas.
O Senhor do Caos – Crítica
Em O Senhor do Caos, o desaparecimento de sua filha em um festival local, uma reverenda investiga seu sumiço enquanto desvenda tradições religiosas e segredos dentro de sua pequenina cidade.
O Malvado: Horror no Natal – Crítica
O Malvado: Horror no Natal é um filme de terror satírico inspirado na história do clássico Como o Grinch Roubou o Natal, do autor Dr. Seuss (Theodor Seuss Geisel).
Wonka – Crítica
Baseado no extraordinário Charlie e a Fábrica de Chocolate, “Wonka” conta a maravilhosa história de como o maior inventor, mágico e O fabricante de chocolate se tornou o querido Willy Wonka que conhecemos hoje.
Folhas de Outono – Crítica
Ancorado no contraste entre calor humano e frieza política, “Folhas de Outono” encontra no romance e na fantasia um escape para um mundo que está desmoronando.
O Assassino | Crítica
Em “O Assassino” David Fincher esconde uma comédia brilhante em seu novo thriller.
Máfia da Dor – Crítica
Tinha tudo para ser um dos melhores filmes da plataforma em 2023, porém a Máfia da Dor acabou ficando um pouco na terra de ninguém.
Assassinos da Lua das Flores – Crítica
Em Assassinos da Lua das Flores, Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio surpreendem com o retrato de uma história verídica inusitada.
Resistência – Crítica
Sem nuances e impregnado de equívocos, Resistência desperdiça a sua notável arte de construção do mundo com uma história anestesiada sobre inteligência artificial.ㅤ Eventualmente, a cada ano que passa, parece que a ficção científica do passado está se tornando a realidade do futuro. Isto é especialmente verdade no caso da inteligência artificial, com os avanços na programação da IA levantando todos os motivos de preocupação que só aumentarão com o tempo. Em Resistência, não devemos temer a inteligência artificial e sim abraça-la como um passo na evolução humana. Confira também: Perdida – Crítica | Best–seller Brasileiro de Carina Rissi Dirigido por Gareth Edwards e co-escrito por Chris Weitz, Resistência defende que os humanos são comparáveis à IA no sentido de que somos nada mais do que o resultado da programação. Decerto, para aqueles que rejeitam essas baboseiras obcecadas pela tecnologia, Resistência será um exercício frustrante de suportar. Assim, ambientado durante uma futura guerra entre a raça humana e as forças da IA, é estrelado por John David Washington como Joshua, um ex-agente das forças especiais que sofre com a morte de sua esposa Maya (Gemma Chan), que é recrutada pelos militares dos EUA para se infiltrar no território inimigo da Nova Ásia, caçar e matar (o esquivo arquiteto da IA avançada) e localizar a arma secreta com a qual planeja acabar com a humanidade. O filme pró-IA que não precisamos agora A “arma secreta” acaba por ser uma jovem IA chamada Alpha-Omega, ou “Alphie”, um milagre criada para parar a guerra e limpar o Ocidente (também conhecido como os Estados Unidos da América) dos seus pecados imperialistas. Apesar de, feito com um verniz brilhante de design de produção no estilo Blade Runner e designs de criaturas robóticas inspirados em Star Wars. A luta contra o avanço da inteligência artificial em Resistência emula uma mensagem preocupante contra o progresso da humanidade. Sobretudo, é confuso como seu título original The Creator, que constantemente flerta com temas religiosos ao longo do filme, nunca se envolve em discussões sobre a alma ou o papel de Deus. Talvez Edwards não pudesse ou não quisesse mergulhar nas profundezas da divindade e na sua relação íntima com a humanidade. Contudo, quando se trata de Resistência, não há pouco do que subtrair de valor genialmente emocional de uma máquina. Resistência chega aos cinemas brasileiros no dia 28 de setembro
Dezesseis Facadas – Crítica
Kiernan Shipka, é a protagonista de Dezesseis Facadas a nova comédia de terror do PrimeVideo sobre assassinato, viagem no tempo e ambientado nos anos 80. Já é outubro, e enquanto alguns anseiam pela chegada de Mariah Carey anunciado as festividades natalinas, outros se divertem com maratonas de seus filmes de terror favoritos. Assim, a tempo de entrar na lista dos amantes de slashes, “Dezesseis Facadas” é a junção perfeita do cômico sangrento para o Halloween. Confira também: Resistência – Crítica | Humano Numa era Avançada de Inteligência Artificial Uma junção de Marty McFly com ghostface Lançado no último dia 6 de outubro no Prime Vídeo e com Kiernan Shipka (O Mundo Sombrio de Sabrina) como protagonista. Decerto, uma mistura de De Volta para o Futuro e Pânico, esta comédia de terror coloca Jamie em uma viagem no tempo até 1987, com a intenção de evitar as mortes brutais do grupo de amigos de sua mãe, por um homem mascarado. Mas uma vez nos reunimos para ver uma adolescente voltar no tempo e conhecer a vida de seus pais quantos tinham a sua idade. Porém, desta vez, a relação amorosa entre estes jovens é o que menos importa: o importante aqui é que há um assassino à solta que deve ser detido antes que consiga cometer os assassinatos pelos quais a cidade é conhecida 35 anos depois. A própria protagonista afirma isso no início do filme. “Você viu o filme De Volta para o Futuro? Basicamente estou vivendo esse filme agora.” Quase como se Kiernan Shipka estivesse nos dizendo “ei, sabemos que isso não é novidade, só estamos nos divertindo”. Dezesseis Facadas não vai tornar-se um clássico como os títulos nos quais se inspira, mas também não parece ter essa intenção. Sobretudo, em vez disso ele nos oferece uma comédia com toques de terror que funciona perfeitamente como entretenimento para adolescentes. A característica estética dos anos 80 é apenas a embalagem. As piadas sobre o racismo e o politicamente incorreto continuam sem parar, o clichê sobre o status social no ensino médio marca o enredo da história e os desagradáveis esfaqueamentos das jovens a transformam no terrir que você verá neste Halloween, porém sem aquele medo de fechar os olhos ao adormecer. Kiernan Shipka demonstra mais uma vez por que filmes e séries adolescentes são sua praia e Olivia Holt deslumbra com sua estética dos anos oitenta de valentona do ensino médio. Assim como, a participação de Randall Park e Julie Bowen, são um frescor cativante para dar aquele pulo do sofá e falar “que saudade de Modern Family”. Sem grandes sustos, com algumas mortes inesperadas, poucas explicações sobre a ciência que torna tudo possível, Dezesseis Facadas é tudo o que você espera dele quando aperta o play, e tudo bem. Dezesseis Facadas está disponível no PrimeVideo.
