Isso é tão barro! Meninas Malvadas ganha trailer e pôster

Pegue suas fritas com queijo porque a Paramount lançou o primeiro trailer do filme musical Meninas Malvadas. Uma nova era das poderosas aterroriza a nova garota Cady Heron (Angourie Rice) e o resto da North Shore High School no novo filme, que é uma mistura de elementos da comédia de sucesso instantâneo original de 2004 e do musical da Broadway de 2018.

Resistência – Crítica

Sem nuances e impregnado de equívocos, Resistência desperdiça a sua notável arte de construção do mundo com uma história anestesiada sobre inteligência artificial.ㅤ Eventualmente, a cada ano que passa, parece que a ficção científica do passado está se tornando a realidade do futuro. Isto é especialmente verdade no caso da inteligência artificial, com os avanços na programação da IA ​​levantando todos os motivos de preocupação que só aumentarão com o tempo. Em Resistência, não devemos temer a inteligência artificial e sim abraça-la como um passo na evolução humana. Confira também: Perdida – Crítica | Best–seller Brasileiro de Carina Rissi Dirigido por Gareth Edwards e co-escrito por Chris Weitz, Resistência defende que os humanos são comparáveis ​​à IA no sentido de que somos nada mais do que o resultado da programação. Decerto, para aqueles que rejeitam essas baboseiras obcecadas pela tecnologia, Resistência será um exercício frustrante de suportar. Assim, ambientado durante uma futura guerra entre a raça humana e as forças da IA, é estrelado por John David Washington como Joshua, um ex-agente das forças especiais que sofre com a morte de sua esposa Maya (Gemma Chan), que é recrutada pelos militares dos EUA para se infiltrar no território inimigo da Nova Ásia, caçar e matar (o esquivo arquiteto da IA ​​avançada) e localizar a arma secreta com a qual planeja acabar com a humanidade. O filme pró-IA que não precisamos agora A “arma secreta” acaba por ser uma jovem IA chamada Alpha-Omega, ou “Alphie”, um milagre criada para parar a guerra e limpar o Ocidente (também conhecido como os Estados Unidos da América) dos seus pecados imperialistas. Apesar de, feito com um verniz brilhante de design de produção no estilo Blade Runner e designs de criaturas robóticas inspirados em Star Wars. A luta contra o avanço da inteligência artificial em Resistência emula uma mensagem preocupante contra o progresso da humanidade. Sobretudo, é confuso como seu título original The Creator, que constantemente flerta com temas religiosos ao longo do filme, nunca se envolve em discussões sobre a alma ou o papel de Deus. Talvez Edwards não pudesse ou não quisesse mergulhar nas profundezas da divindade e na sua relação íntima com a humanidade. Contudo, quando se trata de Resistência, não há pouco do que subtrair de valor genialmente emocional de uma máquina.  Resistência chega aos cinemas brasileiros no dia 28 de setembro

Perdida – Crítica

Baseado no best–seller brasileiro de Carina Rissi, Perdida é dirigido por Katherine Chediak Putnam. Texto escrito por Diego Quaglia, do site Fiz Cinema Em princípio, “Perdida”, Sofia (interpretada por Giovanna Grigio) fã de Jane Austen, vive um deslocamento no tempo. Desse modo, conduzida para um universo alternativo, ela vive dividida entre viver um grande amor nesse lugar ou a busca por retornar para casa. Confira também: Resistência – Crítica | Humano Numa era Avançada de Inteligência Artificial Baseado num best–seller brasileiro de Carina Rissi numa aposta de produção original do Star no brasil, o filme dirigido por Katherine Chediak Putnam busca emular tanto comédias românticas estadunidenses, quantos os próprios filmes que adaptam Jane Austen, esse imaginário de conto de fadas com tempero pop, moderno e levemente sarcástico. Uma exploração desse tipo é sempre bem–vinda e pode render resultados interessantes, por isso é uma pena que a estética do filme é típica de uma padronização que vemos na maioria dos filmes, que chegam nos streamings e acabam não se sobressaindo por uma falta de especificidade nesse sentido. Uma dinâmica de época dentro de um gênero novelesco Assim, como a direção de arte e o figurino parecem apenas recriações das referências citadas sem nada original, enquadramentos e planos não saem do comum. Porém positivamente os efeitios especiais funcionam e existe um timing de humor que dialogam com o carisma de Giovanna Grigio. Ela compõe Sofia espirituosa, dinâmica, e sarcástica que contrapõe algo manjado em seus diálogos, a certa inteligência em entender o ridículo que é imitir alguns dos padrões e conseguem isso gerando bons momentos. Já seu par Breno Montole impressiona pela canastrice porém não achei ambos o casal com mais química do mundo. Por outro lado, quando “Perdida” pensa em se levar a sério e ter tornar algo mais melodramático, o resultado é bastante constrangedor. É excessivamente marcado e artificial, nas atuações de um elenco bom e com nomes variados (vale o elogio da escolha da fantasia e do fato de repensar o passado para incluir representativadidade). O que diferencia “Perdida” é a maneira como administra esse artificio tanto para ridicularizar com bom–humor as batidas mastigadas, o que gera um ruído e um certo cansaço. Mas nada disso que repele ou torne desprezível a assisti-lo. Se relevando uma obra muito inofensiva e graciosa nos melhores momentos. “Perdida” estreia exclusivamente nos cinemas em 13 de julho.